Crônicas, pensamentos e, tentando não dizer tantas bobagens.

Arquivo para março, 2014

Brumas

Chorei à morte; ela sorriu. Olhava-me com a ternura de quem olha um filho. Acolhido, perguntei a razão. Ela novamente sorriu e, a estranheza tomou conta do meu coração; seus olhos refletiam nitidamente a minha imagem. Então, olhei para a luz, pois, ela tornara possível aquela visão. Poderia algo ser refletido na própria luz? A morte, atenta aos meus pensamentos, segurou minha mão. Minha mente aquietou. Naquele momento eu amei a morte e ela a mim.

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