Crônicas, pensamentos e, tentando não dizer tantas bobagens.

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Tentei me associar ao dono dos poços das ilusões, que, na verdade, só eram reconhecidas como ilusões depois de emersas. Ele estava matando todas elas e esvaziando os poços.

Ele não aceitou a sociedade.

Vi minhas ilusões dissecadas, penduradas e expostas em varais e; dentre elas, reconheci a falsa necessidade que, por medo do “nada”, forçava a caridade alheia porque, até então, acreditava que minhas “reservas” não bastariam para ir vir e comer. Usava da caridade para me alimentar e reservava o que possuía para me locomover. A locomoção me levou ao criador de máscaras… que me dava habilidade para conseguir alimento.

Esse ciclo não poderia mais continuar; agora com a ilusão exposta, não poderia mais aceitar o alimento. Tudo que me restou foi aprender a plantar, cultivar e oferecer aqueles que ainda não descobriram que também podem.

Agora, Jung, apague esse maldito cachimbo e cai fora.

 

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